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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Os passos para a montagem de um documentário

As diretrizes para quem busca conhecer como são os meios e as formas para a produção de documentários foram discutidas em uma palestra realizada no Campus São Pedro durante a Jornada Científica com a presença do professor de Linguagem Audiovisual da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) José Soares de Magalhães, da jornalista e radialista Thelma Rocha e do supervisor de laboratórios da Faesa William de Oliveira.

O termo “documentário” surgiu de um artigo publicado no jornal The New York Times, em fevereiro de 1926, por John Grierson, que fez um comentário sobre o filme Moana, de Robert Flaherty. Este, por sua vez, deu o pontapé inicial por meio da produção de uma etnografia erótica e começou a atuar profissionalmente como operador cartográfico, produzindo alguns filmes amadores. Posteriormente a esse fato o documentário se instalou como gênero.

Entrevista com Thelma Rocha by Luiza Medina

O produto

A pesquisa antropológica é o primeiro passo para a produção de um documentário. O cotidiano, por exemplo, oferece várias ideias para serem discutidas e analisadas. O jornalista precisa ter seriedade e ética com o trabalho e tentar buscar algo inédito, que ainda não foi discutido ou mostrado. Logo, é preciso estar atualizado.



E como diferenciar realidade de ficção quando se fala de TV? Primeiro é preciso entender que o documentário é um produto jornalístico, portanto sua matéria-prima é a informação. Logo, trabalhar com notícia documentada é trabalhar com os fatos. O assunto escolhido pode ser ficcional, mas nesse caso será retratado pelo documentário, que é uma realidade. É uma questão complexa que ainda levanta muitas discussões.

Outra questão que envolve o assunto é a imparcialidade do jornalista. Há pessoas, que afirmam que o profissional da comunicação não deve ser imparcial, principalmente na hora de produzir um documentário. Ou seja, ele deve “escancarar” a parcialidade e colocar na balança os valores apreendidos.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Para aqueles que curtem um rock underground

Para quem gosta de rock a banda SN5 é conhecida por hardcore. Com dez músicas já gravadas, dentre elas a mais conhecida “Na Roda”, a banda mostra para o que veio com participações em shows de bandas consagradas do rock, como DeadFish em São Paulo, e com a banda Skore do Rio de Janeiro.

A sigla SN5 significa “Somos Nós 5”, mas, diferentemente do nome, a banda tem quatro integrantes e ficou quatro anos parada. “Diego (vocalista) morou muito tempo fora, no Nordeste, e paramos de tocar. Quando ele retornou juntamos mais alguns amigos e voltamos a nos apresentar”, diz o baixista Eduardo Nascimento.

Como ocorreu a formação da banda - Fala de Eduardo Nascimento by Luiza Medina

Para Eduardo, tocar com o DeadFish, que é a banda de referência para eles na composição e para os shows, só foi possível graças ao hábito de não economizar contatos. “Diego sempre conversou muito com a galera, com as bandas, e eles reconhecem nosso som e nos convidam para fazer parte dos shows”, revela Eduardo.

A banda, que só voltou a tocar no ano passado, é composta pelo baixista Eduardo Nascimento, pelo vocalista e também guitarrista Diego Fernandes, o baterista Yohan Sipolati e o guitarrista Guilherme Gobetti. Eles gravaram uma participação para o programa Na Garagem, da TV Faesa.